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    prostrarias

    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    súplice | adj. 2 g.

    Que suplica; que está em atitude de quem suplica....


    caído | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que caiu....


    extenuação | n. f.

    Enfraquecimento; prostração; cansaço....


    ademonia | n. f.

    Abatimento de espírito, esgotamento, prostração....


    marasmo | n. m.

    Magreza e fraqueza extremas....


    opressão | n. f.

    Ato ou efeito de oprimir....


    atimia | n. f.

    Desalento, abatimento, prostração do doente....


    exaustão | n. f.

    Ato ou efeito de exaurir....


    quebreira | n. f.

    Estado de grande fadiga física ou mental....


    adinamia | n. f.

    Debilidade ou fraqueza muscular, geralmente causada por doença....


    baquear | v. intr. | v. pron.

    Dar baque, cair de chofre....


    derrear | v. tr. | v. pron.

    Fazer (com grandes pesos ou pancadas) com que não se possam endireitar as costas....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra stress pode ser utilizada em português?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?