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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Pesquisa por "pensar" nas definições

absorto | adj.
    Que se absorveu....

afagar | v. tr.
    Ter prazer em pensar em....

acarinhar | v. tr.
    Ter prazer em pensar em....

adrede | adv.
    De propósito; de caso pensado (ex.: regulamento adrede divulgado)....

aferrolhar | v. tr. | v. pron.
    Fechar com ferrolho....

amolar | v. tr. | v. pron. | v. tr., intr. e pron.
    Afiar no rebolo....

apropositado | adj.
    Que vem a propósito ou em relação a algo falado, pensado ou tratado (ex.: ele tem um humor sempre apropositado; observação apropositada)....

apreender | v. tr. | v. intr. | v. pron.
    Pensar continuadamente em alguma coisa, geralmente preocupante....

biforme | adj. 2 g.
    Que manifesta duas maneiras de pensar....

barafustar | v. tr. e intr. | v. intr. | v. tr. | v. tr. e pron.
    Manifestar indignação ou reprovação em relação a algo (ex.: barafustaram contra aquela medida; barafustou que a empresa não tinha consideração pelos clientes; se não barafustarem, ninguém responde)....

borboletear | v. intr.
    Pensar ou imaginar sem fixar a atenção em nada....

calafetar | v. tr. | v. pron.
    Vedar com estopa alcatroada as juntas dos navios, das aduelas, tampos de pipa, etc....

cogitar | v. tr. e intr.
    Pensar com insistência (ex.: cogitava no que queria resolver)....

cogitativo | adj.
    Ocupado a cogitar ou pensar....

concentrar | v. tr. | v. pron.
    Reunir num centro....

conversar | v. intr. | v. tr.
    Falar com alguém, palestrar, cavaquear....

considerar | v. tr. | v. intr. | v. pron.
    Pensar; meditar....

debitar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. tr. e intr.
    Dizer ou falar de forma mecânica (ex.: debitou o texto que tinha decorado; o aluno debitava sem pensar)....

cuidar | v. tr. | v. intr. | v. pron.
    Imaginar; supor; pensar; meditar....

Dúvidas linguísticas


Gostaria de informar-lhes a respeito do nome "álibi" encontrado em vossa página. Consta, que "álibi" é uma palavra acentuada por ser uma palavra proparoxítona. Porém, devido ao latinismo, a mesma não apresenta nenhum tipo de acentuação. Para verificação da regra gramatical, ver MODERNA GRAMÁTICA PORTUGUESA, 37a. edição, EVANILDO BECHARA, página 92.
A palavra esdrúxula (ou proparoxítona) álibi corresponde ao aportuguesamento do latinismo alibi, que significa “em outro lugar”. O étimo latino, cuja penúltima vogal é breve, justifica a consagração desta forma com acento gráfico, sendo que o Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves (Coimbra: Coimbra Editora, 1966) e o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Lisboa: Âncora Editora, 2001) referem, respectivamente, que é inexacta ou incorrecta, a forma aguda (ou oxítona) alibi. A Moderna Gramática Portuguesa, de Evanildo Bechara (37ª ed. revista e ampliada, Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002), regista a forma alibi, mas marca-a como latinismo, isto é, como forma cuja grafia é a mesma do étimo latino, não respeitando as regras ortográficas do português que obrigam à acentuação gráfica de todas as palavras esdrúxulas. O Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa parece ser o único dicionário de língua portuguesa que regista a forma alibi (como palavra grave e com a correspondente transcrição fonética diferente de álibi), averbando-a em linha a seguir a álibi, como variante não preferencial (segundo as indicações da introdução dessa obra).



Acho que se escreve boa fé e má fé e não boa-fé e má-fé, como sugere o dicionário. Estou certo?
A tradição lexicográfica portuguesa consagrou o uso do hífen em boa-fé e em má-fé e são estas grafias que aparecem registadas nas principais obras de referência da língua portuguesa contemporânea, nomeadamente em vocabulários, como o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves (Coimbra: Coimbra Ed., 1966) ou o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Lisboa: Ed. Âncora, 2001), e em dicionários, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Verbo, 2001), o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) ou o Novo Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa (Curitiba: Positivo, 2004).

O uso do hífen é problemático para os utilizadores da língua, pois obedece a regras pouco evidentes e algo contraditórias e é por vezes ditado por uma tradição lexicográfica que os falantes desconhecem. No caso específico de boa-fé, esta dificuldade torna-se evidente numa pesquisa em corpora ou em motores de busca da internet, podendo observar-se a ocorrência da palavra hifenizada a par da locução boa fé, inclusivamente em textos jurídicos. Estes casos, não estando previstos nas bases do Acordo Ortográfico que regulam o uso do hífen, regem-se geralmente pela tradição lexicográfica, motivo pelo qual é aconselhável optar pela grafia boa-fé, atestada na maioria das obras de referência, em detrimento da locução boa fé.

Palavra do dia

tu·gú·ri·o tu·gú·ri·o


(latim tugurium, -ii)
nome masculino

1. Habitação rústica. = CASEBRE, CHOÇA

2. [Figurado]   [Figurado]  Local onde alguém se pode abrigar. = ABRIGO, REFÚGIO


SinónimoSinônimo Geral: TEGÚRIO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/pensar [consultado em 24-01-2022]