Pesquisa nas Definições por:

    motejava-a

    Diz-se de um crítico amável que pode atacar, censurar, até motejar, sorrindo sempre....


    dichote | n. m.

    Dito ou comentário mordaz ou impertinente....


    escárnio | n. m.

    Atitude ou dito em relação a algo ou alguém, com intenção de provocar manifestamente o riso....


    zagunchada | n. f.

    Ferimento produzido por zaguncho....


    investida | n. f.

    Ímpeto com que se investe; ataque....


    mote | n. m.

    Verso ou pequeno conjunto de versos usados como tema e ponto de partida para o desenvolvimento do poema....


    rabo-leva | n. m. 2 núm.

    Tira de papel ou de trapo que, geralmente pelo Carnaval, se põe na roupa de alguém para que seja alvo de troça....


    motejo | n. m.

    Dito sobre algo ou alguém com intenção de provocar o riso....


    motejador | adj. n. m.

    Que ou o que moteja; chocarreiro....


    chofrar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar ou atirar de chofre....


    investir | v. intr. | v. tr. | v. pron.

    Atirar-se impetuosamente (contra alguém ou alguma coisa)....


    zingrar | v. tr. | v. intr.

    Motejar de....


    cavilar | v. intr.

    Usar de cavilações....


    apodadeira | n. f.

    Mulher que dirige apodos a....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.