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    inales

    inalado | adj.

    Que não tem asas....


    inalador | adj. | n. m.

    Que é próprio para inalações....


    charutada | n. f.

    Fumo ou inalação do fumo do charuto....


    iodómetro | n. m.

    Aparelho para a inalação de iodo....


    coniose | n. f.

    Doença causada pela inalação ou inspiração de pós existentes no ar....


    eteromania | n. f.

    Intoxicação pelo éter tomado em inalações, bebidas ou injeções....


    siderose | n. f.

    Cor ferruginosa de qualquer parte do corpo....


    silicose | n. f.

    Doença, geralmente profissional, devida à inalação do pó de sílica. (A silicose manifesta-se por uma transformação fibrosa do pulmão cujos sintomas se assemelham aos da tuberculose.)...


    asbestose | n. f.

    Doença pulmonar devida à inalação de partículas de asbesto....


    shisha | n. f.

    Cachimbo constituído por um reservatório de água ou de outro líquido, no topo do qual se coloca o tabaco e as brasas e ao qual se ligam uns tubos flexíveis, que servem para inalar o fumo (ex.: foram a um bar de shisha)....


    fumante | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g.

    Que ou aquele que fuma....


    bafar | v. intr.

    Expelir bafo....


    vaporar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e intr.

    Transformar ou transformar-se em vapor....


    vaporizar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. tr. e intr.

    Fazer passar ou passar do estado líquido ou sólido ao estado de vapor....


    vapear | v. tr. e intr.

    Inalar o vapor de um cigarro eletrónico....


    cigarro | n. m.

    Pequeno rolo estreito e comprido de tabaco finamente picado, envolto em papel fino ou mortalha, próprio para fumar (ex.: maço de cigarros; enrolar um cigarro)....


    Doença pulmonar devida à inalação de poeiras e de partículas sólidas....


    aluminose | n. f.

    Doença pulmonar causada pela inalação de poeiras de alumínio....



    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?