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    esponjava-lho

    esponjeira | n. f.

    Peça de lavatório onde se guarda a esponja....


    esponjite | n. f.

    Pedra porosa com células como a esponja....


    chumaço | n. m.

    Material que estofa interiormente um móvel ou uma peça de vestuário....


    tripofobia | n. f.

    Aversão patológica a buracos, geralmente pequenos e em padrões semelhantes aos dos favos de mel, dos corais ou das esponjas....


    aérola | n. f.

    Pústula cheia de ar....


    axinela | n. f.

    Esponja encontrada no mar Adriático....


    cachia | n. f.

    Flor da esponjeira....


    esfregão | n. m.

    Pano, rodilha ou esponja com que se esfrega....


    tripofóbico | adj. n. m.

    Que ou quem sofre de tripofobia ou de aversão patológica a buracos, geralmente pequenos e em padrões semelhantes aos dos favos de mel, dos corais ou das esponjas....


    zaragatoa | n. f.

    Objeto que consiste numa esponja ou numa porção de outro material absorvente na extremidade de uma haste, usado para aplicar medicamentos ou recolher amostras para análise, geralmente na zona da garganta e das fossas nasais....


    esponjoide | adj. 2 g.

    Que tem a aparência da esponja....


    carão | n. m.

    Cara muito grande....


    esponjar | v. tr.

    Passar a esponja sobre; lavar com esponja....


    porífero | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo aos poríferos....


    zoófito | n. m.

    Designação antiga dos animais ínfimos da escala zoológica, como o coral, a esponja e a medusa....




    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?