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escondo

capeado | adj.

Escondido, disfarçado....


Feito sem as formalidades legais, e até evitando-as....


empalmado | adj.

Escondido, encoberto na palma da mão....


Meio escondido pelas nuvens, ou por nuvens transparentes....


furtivo | adj.

Feito de forma oculta....


mudo | adj.

Que não tem uso da palavra oral ou da capacidade de falar....


retruso | adj.

Escondido; obscuro....


sorrateiro | adj.

Que faz as coisas pela calada ou às escondidas....


indisfarçável | adj. 2 g.

Que não se consegue disfarçar ou esconder....


Que serve para desviar a atenção do inimigo (ex.: acções diversionárias)....




Dúvidas linguísticas



Qual a forma correcta: perda de tempo ou perca de tempo?
As formas perda e perca são sinónimas, e encontram-se registadas como tal, por exemplo, no Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves (Coimbra Editora, 1966) e em dicionários como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Academia das Ciências/Verbo, 2001) ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Círculo de Leitores, 2002).

No entanto, a forma preferencial é perda, uma vez que a variante perca tem origem mais popular, devendo ser utilizada apenas em contextos mais informais.




3ª ou 3.ª? Pergunto isto porque me lembro de uma vez ter lido que 23o significa 23 graus e 23.º vigésimo terceiro.
Nenhuma das opções pode ser considerada errada, uma vez que não há nada no Acordo Ortográfico (nem de 1945, nem de 1990) que se pronuncie sobre este facto. O texto legal do Acordo Ortográfico usa sistematicamente os numerais ordinais com ponto antes da letra que indica o género do numeral, o que pode tornar preferencial a opção 3.ª, em detrimento de , mas não torna esta segunda opção errada. É um facto que 23º será ambíguo (vinte e três graus/vigésimo terceiro) e que 23.º o desambigua, mas há mais ambiguidades na língua e não é uma ambiguidade que torna um enunciado errado.

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