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    enumerem-ta

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    etc. | abrev.

    Usa-se para indicar "e o resto", numa enumeração em que não se referem todos os elementos....


    massivo | adj.

    Diz-se do nome que representa algo que normalmente não se pode contar ou cujas partes não se podem, em geral, enumerar (ex.: arroz ou tabaco são nomes massivos)....


    et cetera | loc.

    Usa-se para indicar "e o resto", "e outras coisas" ou "e assim por diante", numa enumeração em que não se referem todos os elementos (abreviatura: etc.)....


    et caetera | loc.

    Usa-se para indicar "e o resto", "e outras coisas" ou "e assim por diante", numa enumeração em que não se referem todos os elementos (abreviatura: etc.)....


    Palavras empregadas para encerrar uma enumeração....


    et reliqua | loc.

    Emprega-se para encerrar uma enumeração....


    diabo | n. m. | interj.

    Cada um dos anjos maus....


    inventário | n. m.

    Relação dos bens, móveis e imóveis, de alguém....


    litania | n. f.

    Oração em que se pede a Deus ou aos santos para intercederem pelos fiéis....


    aranzel | n. m.

    Pauta alfandegária....


    balha | n. f.

    Estacada....


    baila | n. f.

    Teia de torneio....


    enumerador | adj. n. m.

    Que ou aquele que enumera....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho dúvidas quanto ao significado do termo "desalargar" dado pelo dicionário. Não sou nenhum especialista na língua portuguesa, mas penso que desalargar não significa "alargar, tornar mais largo". Para mim, faz mais sentido o oposto, até porque o prefixo deste verbo ("des-"), tanto quanto sei, nega o verbo alargar; ou estou enganado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?