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    Pesquisa nas Definições por:

    desenvolverem

    antidroga | adj. 2 g.

    Diz-se dos produtos, de organismos, etc., destinados a lutar contra o desenvolvimento e os efeitos da droga....


    axilante | adj. 2 g.

    Diz-se da folha cuja axila tem um botão ou ramo e que se distingue das que se desenvolvem nesse botão ou ramo....


    cognitivo | adj.

    Relativo à cognição, ao conhecimento (ex.: desenvolvimento cognitivo; competências cognitivas)....


    decíduo | adj.

    Que cai ou se desprende numa fase de desenvolvimento (ex.: dente decíduo)....


    entanguido | adj.

    Que está tolhido de frio; que se entanguiu....


    exofítico | adj.

    Que se desenvolve ou está do lado externo de um órgão (ex.: tumor renal exofítico)....


    Que se desenvolve nas fezes ou excrementos....


    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    extracrescente | adj. 2 g.

    Que cresce ou se desenvolve exteriormente....


    Que cresce ou se desenvolve anormalmente fora das folhas....


    frustrado | adj.

    Que não produziu efeito....


    Diz-se de um tecido desenvolvido fora de uma glândula, tendo a mesma estrutura e com tendência para recidivar quando se pratica a ablação....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?