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curandeira

curado | adj.

Que se curou; que está recuperado ou restabelecido....


empírico | adj. | n. m.

Que segue o empirismo....


mata-sanos | n. m. 2 núm.

Médico ou curandeiro incompetente....


pajé | n. m.

Chefe espiritual dos indígenas, misto de sacerdote, profeta e feiticeiro....


saludador | n. m.

Curandeiro; benzilhão....


pemba | n. f.

Argila usada por curandeiros....


curandeiro | n. m.

Pessoa que trata de doenças sem título legal....


curandice | n. f.

Charlatanice de curandeiro....


curão | n. m.

Curandeiro....


garrafada | n. f.

Líquido ou gás contido numa garrafa cheia....


mezinheiro | n. m.

O que tem o hábito de receitar ou tomar mezinhas; curandeiro....


mata-sãos | n. m. 2 núm.

Médico ou curandeiro incompetente....


rezador | adj. n. m.

Que ou aquele que reza, que é devoto....


quimbanda | n. m. | n. f.

Adivinho ou curandeiro....


escrito | adj. | n. m.

Que se escreveu....


espinhela | n. f.

Apêndice cartilagíneo que termina a parte inferior do esterno....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber se é correcto dizer a gente em vez de nós.
A expressão a gente é uma locução pronominal equivalente, do ponto de vista semântico, ao pronome pessoal nós. Não é uma expressão incorrecta, apenas corresponde a um registo de língua mais informal. Por outro lado, apesar de ser equivalente a nós quanto ao sentido, implica uma diferença gramatical, pois a locução a gente corresponde gramaticalmente ao pronome pessoal ela, logo à terceira pessoa do singular (ex.: a gente trabalha muito; a gente ficou convencida) e não à primeira pessoa do plural, como o pronome nós (ex.: nós trabalhamos muito; nós ficámos convencidos).

Esta equivalência semântica, mas não gramatical, em relação ao pronome nós origina frequentemente produções dos falantes em que há erro de concordância (ex.: *a gente trabalhamos muito; *a gente ficámos convencidos; o asterisco indica agramaticalidade) e são claramente incorrectas.

A par da locução a gente, existem outras, também pertencentes a um registo de língua informal, como a malta ou o pessoal, cuja utilização é análoga, apesar de terem menor curso.




Negocia ou negoceia? Em português de Portugal, a 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo é negocia ou negoceia? Aprendi na escola (portuguesa) e sempre disse negoceia e qual o meu espanto que aqui, na Priberam, aparece o vocábulo negocia na conjugação do verbo. Como no corrector de português de Portugal a expressão Ele negocia não apresenta erro, deduzo que as duas formas estarão correctas. Se por aqui, no Brasil, o termo usado é negocia, pergunto qual o termo que um português deve aplicar.
No português de Portugal é aceite a dupla conjugação do verbo negociar nas formas do presente do indicativo (negocio/negoceio, negocias/negoceias, negocia/negoceia, negociam/negoceiam), do presente do conjuntivo (negocie/negoceie, negocies/negoceies, negocie/negoceie, negociem/negoceiem) e do imperativo (negocia/negoceia, negocie/negoceie, negociem/negoceiem), ao contrário do português do Brasil, que apenas permite a conjugação com a vogal temática -i- e não com o ditongo -ei- (negocio, negocias, etc.).

A mesma diferença de conjugação entre as duas normas do português (europeia e brasileira) apresentam os verbos derivados de negociar (desnegociar, renegociar), bem como os verbos agenciar, cadenciar, comerciar, diligenciar, licenciar, obsequiar e premiar.


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