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    cortasse

    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    carneeiro | adj.

    Que serve para cortar carne ou matar reses....


    corto | adj.

    Cortado....


    decotado | adj.

    Que tem ou traz decote....


    Cortado a intervalos; interrompido; entremeado....


    espevitado | adj.

    Diz-se do pavio cortado com a espevitadeira....


    Designativo da peça de carpintaria que não foi cortada em ângulo reto....


    escarpado | adj.

    Que tem escarpa; cortado a pique, íngreme....


    interciso | adj.

    Cortado pelo meio, dividido, interrompido....


    Cortado de trecho a trecho por articulações....


    picadinho | adj.

    Que se melindra com facilidade; que se ofende por qualquer futilidade....


    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    rapado | adj.

    Que se rapou....


    Que tem a forma de meio cilindro cortado longitudinalmente....


    séctil | adj. 2 g.

    Suscetível de ser cortado....




    Dúvidas linguísticas


    Poderiam fazer o favor de me informar sobre o que significa politólogo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?