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    bocejava

    desdormido | adj.

    Diz-se de quem não dormiu e anda bocejando....


    Distensão voluntária dos membros, com retorsão do tronco e talvez bocejo prolongado....


    boquejo | n. m.

    Ato de boquejar....


    escâncara | n. f.

    Estado daquilo que é patente ou do que está à vista....


    bocejável | adj. 2 g.

    Que pode fazer bocejar....


    bocejado | adj.

    Que se disse entre bocejos....


    oscitante | adj. 2 g.

    Que oscita ou boceja....


    oscitar | v. intr.

    Fazer uma grande e prolongada abertura da boca, geralmente involuntária e devido a sono, cansaço ou fome....


    bocejo | n. m.

    Grande e prolongada abertura da boca, geralmente involuntária e devido a sono, cansaço, aborrecimento ou fome....


    bocejar | v. intr. | v. tr.

    Fazer uma grande e prolongada abertura da boca, geralmente involuntária e devido a sono, cansaço, aborrecimento ou fome....


    boca | n. f. | n. m. | interj.

    Orifício e cavidade entre os lábios e a faringe, que forma a primeira parte do aparelho digestivo e na qual estão contidos....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber o que quer dizer transgénico.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?