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    atrai

    acareante | adj. 2 g.

    Que atrai; que chama a si simpatias....


    atraente | adj. 2 g.

    Que atrai; agradável....


    Que atrai a atenção pelas cores vivas ou pela mistura de cores....


    sugestivo | adj.

    Que atrai ou fascina (ex.: roupa sugestiva)....


    cevadouro | n. m.

    Ponto onde se põe a isca para atrair a caça....


    dignidade | n. f.

    Procedimento que atrai o respeito dos outros....


    ilécebra | n. f.

    Esforço para atrair. (Mais usado no plural.)...


    gaponga | n. f.

    Processo usado por indígenas do Amazonas para pescar o tambaqui, e que consiste em atrair esse peixe frugívoro imitando a queda de fruta na água....


    chamarisco | n. m.

    Aquilo que serve para atrair ou chamar a atenção....


    corrico | n. m.

    Modalidade de pesca para capturar peixes predadores, que consiste no lançamento de uma amostra que é puxada à tona da água para que o peixe seja atraído pelos seus movimentos e morda o isco artificial (ex.: pesca ao corrico)....


    atapu | n. m.

    Buzina feita de um búzio grande com que os índios e os jangadeiros supõem atrair o peixe....


    gatária | n. f.

    Planta herbácea da família das labiadas (Nepeta cataria), aromática e medicinal, que atrai os felinos....


    isca | n. f. | interj.

    Alimento que se põe no anzol, para atrair o peixe....


    isco | n. m.

    Aquilo que serve para atrair....


    adsorção | n. f.

    Processo pelo qual moléculas ou iões de um fluido são atraídos ou retidos numa superfície sólida....



    Dúvidas linguísticas


    Já tentei de várias formas tentar descobrir o significado da palavra papilocopista ou papiloscopista, porém até o presente momento não obtive resultado. Será que vocês são capazes de descobrir a origem da mesma e seu significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?