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    acolhe

    inúmero | adj. | quant. exist. pl.

    Que não se pode contar por ser muito numeroso (ex.: o espaço foi pequeno para acolher o inúmero público que foi assistir à conferência; na escavação foi encontrada inúmera cerâmica árabe)....


    acolhida | n. f.

    Acolhimento; aceitação; hospitalidade....


    orfanado | n. m.

    Instituição que acolhe e educa órfãos....


    orfanato | n. m.

    Instituição que acolhe e educa órfãos....


    excipiente | n. m.

    Substância inerte que se junta a uma substância ativa para que esta possa ser manipulada ou consumida....


    agasalho | n. m.

    Acolhimento (feito a quem nos procura); hospedagem....


    gueiro | n. m.

    Casa onde se acolhem, para dormir, rapazes e raparigas....


    hospitalário | adj. | adj. n. m.

    Que recebe ou acolhe com afabilidade....


    exceto | prep. | adv. | adj. n. m.

    Sem incluir (na conta); salvo, afora....


    cadeirante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem se desloca em cadeira de rodas (ex.: os meninos acolheram bem o colega cadeirante; vaga de estacionamento para cadeirantes)....


    festejo | n. m.

    Ato ou efeito de festejar....


    acolhedor | adj. n. m.

    Que ou o que acolhe....


    acocorar | v. tr. | v. pron.

    Acolher ou proteger....


    acolher | v. tr. e pron. | v. tr.

    Dar ou receber refúgio, abrigo ou proteção (ex.: a instituição acolhe dezenas de sem-abrigo; acolheu-se debaixo do telheiro por causa da chuva)....


    acolherar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Ajoujar ou atrelar, por meio de colhera (ex.: acolherar cavalos)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase "o cão rosnou "entre dentes", escreve-se "entre dentes" ou "entredentes" ou "entre-dentes"? No dicionário da Porto Editora encontrei "entredente" a referir-se a engrenagens dentadas. De resto parece-me que a opção correcta é "entre dentes".


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.