Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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hospício

hospíciohospício | n. m.
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hos·pí·ci·o hos·pí·ci·o


(latim hospitium, -ii, hospedagem)
nome masculino

1. Estabelecimento para internamento de doentes mentais. = MANICÓMIO

2. Casa ou estabelecimento de caridade onde se recolhem órfãos, enfermos, velhos, abandonados.

3. Casa em que religiosos davam hospedagem a peregrinos, viajantes.

4. [Figurado]   [Figurado]  Casa onde a gente se hospeda e abriga.

5. [Figurado]   [Figurado]  Acto de acolher. = ACOLHIMENTO

Confrontar: auspício.
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Dúvidas linguísticas


Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.
As frases de 1) a 5) apresentam diferentes construções de comparativos relativos de superioridade e de inferioridade.

Em português, é possível formar os graus comparativos de superioridade e de inferioridade dos adjectivos usando os advérbios mais e menos seguidos da locução do que (ex.: o castelo é mais antigo do que a igreja; a igreja é menos antiga do que o castelo), podendo haver omissão da contracção da preposição de com o pronome demonstrativo invariável o (ex.: o castelo é mais antigo que a igreja; a igreja é menos antiga que o castelo). Esta construção aplica-se às frases apontadas em 1), 2) e 4).

Na frase 3) está presente um comparativo de superioridade relativo a um substantivo (ex.: nós compramos mais livros [do] que vendemos), sendo nesse caso a palavra mais um determinante indefinido.

Relativamente às frases em 5), trata-se de uma comparação (de superioridade) de quantidade relativamente a um numeral (um). Neste tipo de comparação é possível uma construção análoga àquela usada para exprimir o grau comparativo do adjectivo, isto é, a estrutura mais (do) que seguida do numeral e de um substantivo, como nas frases 5c) e 5d). Alternativamente, é possível ainda utilizar as construções presentes em 5a) e 5b), que correspondem à locução comparativa mais de seguida de numeral e que diferem apenas na contracção (de + um = dum).

Para além destas quatro construções comparativas, é ainda possível estabelecer comparativos antes de verbos (ex.: consegue ver mais ao longe [do] que ao perto), de advérbios (ex.: põe esse quadro mais acima [do] que este) ou de preposições (ex.: o gato passa mais por aqui [do] que por ali).




Como se escreve e porquê: compraste ou compras-te? comoveste ou comoves-te?
A questão que nos coloca diz respeito à diferença entre 1) a forma da segunda pessoa do singular do pretérito perfeito simples do indicativo (ex.: Tu compraste muitas prendas ontem; Comoveste a senhora com a tua história) e 2) a forma da segunda pessoa do singular do presente do indicativo, seguida do pronome pessoal átono reflexo te (ex.: Tu compras-te sempre tantas prendas?; Comoves-te facilmente com qualquer filme).

Os exemplos acima indicados (compraste/compras-te e comoveste/comoves-te) são formas parónimas, isto é, escrevem-se e pronunciam-se de forma semelhante (mas não igual), tendo, porém, significados diferentes.

Uma estratégia importante para empregar correctamente estas formas diferentes é analisar o contexto em que estão inseridas. Vejamos então os contextos do indicativo de 1) e do pronome pessoal de 2):

1) O pretérito perfeito simples do indicativo é um tempo verbal usado para expor uma acção, um processo ou um estado num tempo passado acabado. Trata-se sempre, nestes casos, de uma palavra só, pois corresponde apenas a uma forma verbal (ex.: tu compraste [alguma coisa]; tu comoveste [alguém]). Do ponto de vista da pronúncia, estas formas verbais têm sempre o acento tónico da palavra na penúltima sílaba (ex.: compraste, comoveste). A construção de uma frase negativa não altera a grafia desta forma (ex.: Tu nunca compraste o jornal; tu não comoveste a audiência).

2) A forma da segunda pessoa do singular do presente do indicativo seguida do pronome pessoal reflexo te corresponde sempre a duas palavras, um verbo no presente do indicativo e um pronome pessoal da segunda pessoa, que indica que a acção recai sobre o sujeito (ex.: tu compras-te [para ti próprio] muitas prendas; tu comoves-te [a ti próprio]). Do ponto de vista da pronúncia, a forma verbal tem sempre o acento tónico na penúltima sílaba (ex.: compras, comoves), mas como há um pronome pessoal átono a seguir, é como se a construção verbo+pronome fosse uma palavra só, acentuada sempre na antepenúltima sílaba (ex.: compras-te, comoves-te). A construção de uma frase negativa altera a grafia desta forma, pois o advérbio de negação atrai o pronome para posição pré-verbal (ex.: Tu não te compras muitas prendas; tu nunca te comoves).

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Palavra do dia

ga·nhão ga·nhão


(ganhar + -ão)
nome masculino

1. Indivíduo sem ofício especializado que trabalha com pagamento de salário diário. = GANHADEIRO, JORNALEIRO

2. Trabalhador agrícola que não é especializado. = GANHADEIRO

3. [Depreciativo]   [Depreciativo]  Indivíduo rude, grosseiro. = RÚSTICO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/hosp%C3%ADcio [consultado em 08-05-2021]