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    voarmos

    alipotente | adj. 2 g.

    Que tem asas vigorosas....


    altaneiro | adj.

    Que voa ou sobe a grande altura; que tem altanaria....


    De asas demasiado curtas para o voo....


    penipotente | adj. 2 g.

    Que voa muito; que tem grande vigor nas asas....


    rabavento | adj.

    Que vai na direção do vento (voo da ave)....


    voante | adj. 2 g.

    Que voa, que tem a faculdade de voar; rápido, transitório....


    vólucre | adj. 2 g.

    Que tem uma vida curta....


    volucre | adj. 2 g.

    O mesmo que vólucre....


    Rapidamente; sem entrar em detalhes, em minúcias....


    Provérbio latino que defende que convém meditar nas circunstâncias em que possa ser importante deixar provas materiais de uma opinião, de um facto, etc....


    batismo | n. m.

    Imersão ou aspersão de água que as igrejas cristãs consideram como o primeiro dos sacramentos. (Na Igreja católica há também o batismo dos sinos, dos navios, das pontes, etc.)...


    calhandra | n. f.

    Espécie de grande cotovia de bico forte e voo rasteiro....


    larga | n. f. | interj.

    Ato ou efeito de largar....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é o correto: hoje é dia 16 ou hoje são 16?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?