PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    QUIETA-NOS

    azougado | adj.

    Que não pode estar quieto....


    | adv.

    Aqui; neste lugar; nesta terra; para aqui....


    inquieto | adj.

    Que não está quieto; desassossegado; travesso....


    quieto | adj.

    Que não se mexe; imóvel; tranquilo; sossegado....


    rabigo | adj.

    Que move muito a cauda....


    assanhado | adj.

    Que tem muita sanha (ex.: gato assanhado)....


    Frase aplicada ao relógio, mas que figuradamente pode estender-se às pessoas na aparência reservadas e impassíveis que não deixam transparecer o que lhes vai na alma, quando no seu interior se agitam grandes paixões....


    Provérbio que aconselha a não despertar ódios ou dissensões adormecidas....


    arestim | n. m.

    Tumor dartroso no pé das bestas....


    fervilha | n. 2 g.

    Indivíduo muito ativo, que nunca está quieto....


    quietação | n. f.

    Ato ou efeito de quietar; estado de quieto; repouso; tranquilidade; sossego....


    quiete | n. f. ou m.

    Descanso, sossego....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?