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    Pesquisa nas Definições por:

    PROTEGEMOS

    coberto | adj.

    Tapado, resguardado....


    escorado | adj.

    Seguro ou sustido por escoras....


    favorecido | adj.

    Protegido; obsequiado; realçado....


    Relativo a protetor; que protege....


    propício | adj.

    Que favorece algo; disposto favoravelmente....


    tuitivo | adj.

    Que defende; próprio para defesa....


    antibalas | adj. 2 g. 2 núm.

    Que se destina a proteger de balas (ex.: colete antibalas)....


    ligado | adj.

    Que se ligou....


    Que protege ou contribui para proteger o fígado....


    curado | adj.

    Que se curou; que está recuperado ou restabelecido....


    Que pretende ter ou tem o poder de afastar o mal....


    apotropeu | adj.

    O mesmo que apotropaico....


    Que tem o poder de ou pretende afastar o mal....


    antifumo | adj. 2 g. 2 núm.

    Que se destina a proteger de fumo (ex.: filtro antifumo; máscara antifumo)....


    antinuclear | adj. 2 g.

    Que se opõe ao uso de armas nucleares ou da energia nuclear (ex.: manifestantes antinucleares; protesto antinuclear)....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.