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    Pesquisa nas Definições por:

    PIPIOU-NOS

    pipito | n. m.

    Ato de pipitar; som agudo emitido por algumas aves....


    pipia | n. f.

    Tubo de cana de trigo ou de cevada, com uma fenda, que produz som agudo....


    pipilo | n. m.

    Ato de pipilar; som agudo emitido por algumas aves....


    pipiar | v. intr. | n. m.

    Emitir pios, pipios (a ave)....


    pipilar | v. tr. e intr. | n. m.

    Emitir pios ou pipilos (a ave)....


    pipio | n. m.

    Ato de pipiar; som agudo emitido por algumas aves....


    pipiu | n. m.

    Pénis de criança....


    pipio | n. m.

    Pénis de criança....


    voz | n. f.

    Som produzido na laringe, pelo ar que sai dos pulmões e da boca....


    pipitar | v. intr. | n. m.

    Emitir pios, pipitos (a ave)....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?