Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Pesquisa por "PA" nas definições

| interj.
    Palavra usada para exprimir a queda de um corpo ou choque de corpos....

PA | sigla
    Sigla do estado brasileiro do Pará....

paca | adv.
    Em elevado grau ou quantidade (ex.: ele é macho paca)....

Pa | símb.
    Símbolo do pascal....

pacas | adv.
    Em elevado grau ou quantidade (ex.: curti o jogo pacas)....

| n. f.
    Instrumento que consta de uma parte larga e achatada e de um cabo mais ou menos longo, que serve para diversos usos....

| n. m.
    Deus grego dos rebanhos, dos pastores e da Natureza. (Com inicial maiúscula.)...

protactínio | n. m.
    Elemento químico metálico radioactivo (símbolo: Pa), de número atómico 91....

avodrasto | n. m.
    Marido ou companheiro da avó, ou do avô em casais do mesmo sexo, em relação aos netos dessa outra pessoa....

| n. 2 g. | interj.
    Palavra esvaziada de sentido que se usa ou se repete no discurso, geralmente de forma inconsciente ou automática, como bordão linguístico (ex.: ele estava a falar, pá, mas não se percebia, pá, não se percebia mesmo nada, pá)....

pascal | n. m.
    Unidade de medida de pressão do Sistema Internacional (símbolo: Pa) equivalente à tensão ou à pressão uniforme que, actuando sobre uma superfície plana de 1 metro quadrado, exerce perpendicularmente a essa superfície uma força total de 1 newton....

Dúvidas linguísticas


A palavra vigilidade, que tem origem na palavra vígil, tem suscitado alguma controvérsia na área em que estou envolvido. É um termo que é utilizado nalguns trabalhos de psicologia e por algumas instituições nacionais ligadas aos medicamentos (ex: INFARMED). No entanto, não encontrei a palavra nos dicionários que consultei, inclusivamente o da Priberam. Alternativamente a palavra utililizada é vigilância. Assim, gostaria de saber a vossa opinião sobre este assunto.
Também não encontrámos a palavra vigilidade registada em nenhum dos dicionários ou vocabulários consultados. No entanto, este neologismo respeita as regras de boa formação da língua portuguesa, pela adjunção do sufixo -idade ao adjectivo vígil, à semelhança de outros pares análogos (ex.: dúctil/ductilidade, eréctil/erectilidade, versátil/versatilidade). O sufixo -idade é muito produtivo na língua para formar substantivos abstractos, exprimindo frequentemente a qualidade do adjectivo de que derivam.

Neste caso, existem já os substantivos vigília e vigilância para designar a qualidade do que é vígil, o que poderá explicar a ausência de registo lexicográfico de vigilidade. Como se trata, em ambos os casos, de palavras polissémicas, o uso do neologismo parece explicar-se pela necessidade de especialização no campo da medicina, psicologia e ciências afins, mesmo se nesses campos os outros dois termos (mas principalmente vigília, que surge muitas vezes como sinónimo de estado vígil) têm ampla divulgação.




Por que o antropônimo Davi/David é grafado (pelo menos aqui no Brasil) sem a letra final d (por exemplo: nos textos bíblicos)? Será que nas demais línguas neolatinas isso também ocorre?
A grafia dos nomes próprios segue muitas vezes critérios um pouco diferentes da grafia dos nomes comuns. O Acordo Ortográfico de 1945 postula, por exemplo, que se mantenham sequências consonânticas estranhas à ortografia actual do português, como ph ou th, em formas de tradição bíblica, ou que as consoantes finais b, c, d, g e t se mantenham, quer sejam proferidas ou não, em nomes próprios como Jacob, Isaac, David ou Bensabat, cujo uso consagrou. Já o Formulário Ortográfico brasileiro postula que os nomes deverão ser sujeitos às mesmas regras dos nomes comuns, fazendo, no entanto, a ressalva de que quem quiser poderá manter a forma consuetudinária do seu nome. O Acordo Ortográfico de 1990, que susbtitui os textos legais anteriores, postula no ponto 5.º da Base I que nada impede que nomes como David sejam escritos sem a consoante final.

O antropónimo David deriva da palavra hebraica dawid, que significa “querido” ou “amado”, através do grego Dauíd e do latim David (cf. MACHADO, José Pedro, Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, Lisboa, Livros Horizonte, 2003, p. 492). A forma Davi é uma variante de David por adaptação gráfica à pronúncia, pois o d final é frequentemente não pronunciado. As duas formas coexistem, como poderá verificar realizando uma pesquisa num motor de busca da Internet, apesar de a forma com o d final ser a mais frequente. Em línguas como o francês, o espanhol ou o inglês, a forma David é a mais comum, apesar de haver outras, como o italiano, que acrescentam um e final (Davide) para a adequar ao seu sistema ortográfico. Esta última forma, com o e final, é ainda possível no português (em Portugal, a Direcção Geral dos Registos e Notariados inclui-a na sua lista de nomes próprios autorizados) e mais consentânea do que a forma David com as regras ortográficas da língua portuguesa, pois, exceptuando alguns nomes próprios e estrangeirismos, não existem palavras terminadas em d.

Palavra do dia

jan·ga·la·mar·te jan·ga·la·mar·te


(origem duvidosa)
nome masculino

[Brasil: Nordeste]   [Brasil: Nordeste]  Brinquedo composto por uma tábua cujas extremidades se elevam e baixam alternativamente a impulso de quem cavalga em cada uma delas. = ARRE-BURRINHO, GANGORRA, JANGALAMASTE

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/PA [consultado em 15-06-2021]