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    olvidamos-vos

    Frase da Imitação de Cristo que se cita a propósito de um nome ilustre, caído no olvido, da derrocada de uma grande situação política, social, financeira, etc....


    defunto | adj. | n. m.

    Falecido, morto....


    relembrança | n. f.

    Ato de relembrar ou de trazer outra vez à memória....


    atabafar | v. tr. | v. intr.

    Impedir o desenvolvimento do fogo (abafando o que está a arder)....


    omitir | v. tr.

    Preterir; esquecer; postergar; olvidar....


    relembrar | v. tr. e pron.

    Trazer outra vez à memória....


    varrer | v. tr. | v. tr. e pron. | v. intr. | n. m.

    Limpar com vassoura....


    lembrar | v. tr. | v. pron.

    Suscitar a lembrança de (alguém ou de alguma coisa)....


    imemorado | adj.

    Que não se conservou na memória....


    olvidar | v. tr. e pron.

    Perder da memória, deixar cair no esquecimento....


    oblívio | n. m.

    Esquecimento (ex.: obra fadada ao oblívio)....


    olvido | n. m.

    Ato ou efeito de olvidar, de esquecer....


    olvidado | adj.

    Que se perdeu da memória; que se olvidou (ex.: filme rapidamente olvidado)....


    recordar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Fazer vir à memória....


    olvidável | adj. 2 g.

    Suscetível de ser olvidado....



    Dúvidas linguísticas


    Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
    (1) Trar-se-ão a Portugal.
    ou
    (2) Trazer-se-ão a Portugal.
    Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?