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    munjamos-tos

    mungida | n. f.

    O mesmo que mungidura....


    vacaria | n. f.

    Manada de vacas....


    ferrada | n. f.

    Vasilha para a qual se munge o leite das cabras, ovelhas e vacas....


    desleitar | v. tr., intr. e pron. | v. tr.

    Deixar de dar leite ou de ser aleitado....


    mugir | v. intr.

    Emitir, um animal como a vaca ou o búfalo, a sua voz característica; dar mugidos....


    ordenhar | v. tr.

    Espremer a teta (de um animal) para lhe tirar o leite....


    mugido | n. m.

    Voz dos bovídeos....


    aprisco | n. m.

    Espécie de choça de ramagem onde se recolhem as ovelhas para serem mungidas....


    mungidor | adj.

    Que munge ou ordenha....


    amojar | v. tr. | v. tr., intr. e pron.

    Extrair o leite da teta....


    mungir | v. tr.

    Extrair leite das tetas....


    monger | v. tr.

    O mesmo que mungir....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Com o novo acordo ortográfico, como fica o verbo "prover" na terceira pessoa do plural no presente do indicativo? "proveem" (assim como ver -> veem) ou "provêem"?