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    Pesquisa nas Definições por:

    LOUSARMOS-TOS

    fincão | n. m.

    Aumentativo de finca....


    lousadense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ou pertencente à vila portuguesa de Lousada, no distrito do Porto....


    louseira | n. f.

    Pedreira ou mina de lousa....


    louseiro | n. m.

    O que extrai ou trabalha em lousa....


    alão | n. m.

    Pedra de lousa usada na cobertura de muros, para evitar que se soltem as pedras miúdas....


    pingarelho | n. m.

    Pau de armar lousas (armadilhas)....


    loisa | n. f.

    O mesmo que lousa....


    lousa | n. f.

    Pedra de cor escura que se divide em lâminas, aplicada no revestimento de casas, de antigos quadros escolares, etc....


    alousar | v. tr.

    Lajear com lousa....


    lousar | v. tr.

    Revestir com lousa....


    enlousar | v. tr.

    Forrar ou cobrir com lousas....


    ardósia | n. f.

    Pedra de cor escura que se divide em lâminas, aplicada no revestimento de casas, de antigos quadros escolares, etc....


    jazigo | n. m.

    Lugar onde se sepulta um cadáver (ex.: já não se conseguiam ler os nomes nas lousas tumulares daqueles jazigos)....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Tendo eu consultado a Direcção-Geral dos Registos e do Notariado sobre se o vocábulo “Ramberto” pode ser admitido como nome próprio masculino, informaram-me os mesmos o seguinte: "Tendo presente a consulta sobre se o vocábulo “Ramberto” pode ser admitido como nome próprio masculino, informa-se que o mesmo não consta dos vocabulários onomásticos disponíveis, pelo que, em princípio, contraria o disposto no artº 103º, nº 2 alínea a) do Código do registo Civil. No entanto, esta Conservatória poderá providenciar para que seja emitido parecer onomástico sobre o vocábulo pretendido, não obstante a demora que possa verificar-se, sendo para o efeito V. Exª convidado a apresentar elementos relativos à origem do nome pretendido, designadamente bibliografias ou outros, e a fazer o respectivo preparo ..." O meu contacto convosco vai no sentido de saber se poderão auxiliar-me na obtenção dos elementos necessários pretendidos pela DGRN e de que forma. Mais informo de que o vocábulo em questão consta no Vocabulário Antroponímico do Dicionário Universal da Língua Portuguesa da Texto Editora.