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    inverta-se

    obcláveo | adj.

    Em forma de maçã invertida....


    obcónico | adj.

    Em forma de cone invertido....


    obcordado | adj.

    Em forma de coração invertido....


    turbinado | adj.

    Que tem a forma de um cone invertido....


    iconóstrofo | n. m.

    Instrumento de ótica que inverte os objetos à vista....


    miragem | n. f.

    Efeito de refração que faz aparecer nas planícies arenosas, como num lago, a imagem invertida de lugares distantes....


    modilhão | n. m.

    Ornato em forma de S invertido que se coloca sob o lacrimal da cornija....


    Fenómeno meteorológico que consiste numa coluna de água agitada em turbilhão por um vento violento, tendo quase sempre a forma de um cone invertido....


    estípita | n. f.

    Coluna em forma de balaústre ou invertida....


    inversa | n. f.

    Proposição invertida....


    Qualidade do que é inversível ou do que se pode inverter....


    Qualidade do que é invertível ou do que se pode inverter....


    envesso | n. m.

    Ato de envessar....


    sigma | n. m.

    Décima oitava letra do alfabeto grego (σ, ς, Σ), correspondente ao s do alfabeto latino....


    macla | n. f.

    Grupo de cristais cada um deles invertido relativamente aos que ladeiam....



    Dúvidas linguísticas


    A palara correta é calzone ou galzone?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?