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    Pesquisa nas Definições por:

    Integreis-To

    Que integra ou promove a integração....


    A coisa no seu primitivo estado, sem ter sofrido alteração....


    calculadora | n. f.

    Máquina que efetua operações aritméticas simples ou complexas e cujas pequenas dimensões são devidas ao emprego de semicondutores e de circuitos integrados....


    Integração das funções motrizes e mentais sob o efeito da educação e do desenvolvimento do sistema nervoso....


    Integração das capacidades de interação social através da atividade física....


    Ato ou efeito de musealizar, de integrar em museu ou de transformar em peça de museu (ex.: musealização de achados arqueológicos; o plano prevê a musealização do local)....


    domótica | n. f.

    Conjunto das técnicas e dos estudos tendentes a integrar no habitat todos os automatismos em matéria de segurança, de gestão de energia, de comunicação, etc....


    cipeiro | n. m.

    Pessoa que, numa empresa, integra uma comissão destinada a prevenir acidentes e doenças de trabalho....


    alopoiese | n. f.

    Sistema que integra componentes exteriores....


    circuito | n. m.

    Limite exterior de uma superfície ou de um espaço....


    clínica | n. f.

    Prática da medicina....


    fotonovela | n. f.

    Intriga romanesca ou policial contada sob a forma de fotos acompanhadas de textos, integrados nas imagens....


    namoradeira | n. f.

    Mulher que gosta muito de namorar ou que tem muitos namoros....


    neutralismo | n. m.

    Doutrina que implica a recusa de se integrar num dos grandes blocos políticos e ideológicos do mundo....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?