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    insuflam-me

    aflante | adj. 2 g.

    Que insufla; que entumece....


    assoprado | adj.

    Insuflado, inchado, vaidoso, enfatuado....


    soprador | adj. n. m.

    Que ou aquele que sopra....


    rafting | n. m.

    Tipo de canoagem praticada em botes insufláveis que percorrem os rápidos de um curso de água....


    dinamizar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Dar ou tomar caráter dinâmico (ex.: dinamizar a economia; com a nova direção, a associação dinamizou-se)....


    infundir | v. tr. | v. tr. e pron.

    Deitar um líquido dentro de um recipiente, ou sobre alguma coisa....


    Insuflação excessiva (ex.: hiperinsuflação pulmonar)....


    insuflável | adj. 2 g. | n. m.

    Que se pode insuflar ou encher de ar (ex.: colchão insuflável; piscina insuflável)....


    insuflador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que insufla....


    airbag | n. m.

    Cada uma das bolsas de ar usadas em veículos automóveis que, em caso de colisão, são insufladas, protegendo os passageiros do embate contra o habitáculo....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber uma palavra em português que comece com "vl"? Exemplo: Vladimir, mas não pode ser nome próprio.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?