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    GRUDARAM-TO

    grudento | adj.

    Que gruda ou cola (ex.: as mãos estão grudentas)....


    grudadouro | n. m.

    Série de cavaletes de madeira ou de ferro sobre os quais se estendem as teias para secar, nas fábricas de lanifícios, depois de mergulhadas em cola ou grude....


    grudadura | n. f.

    Ato ou efeito de grudar....


    grude | n. f.

    Espécie de cola para madeira....


    grudador | adj. n. m.

    Que ou aquele que gruda....


    desgrudar | v. tr. e pron.

    Despegar (o que estava grudado)....


    grudar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. | v. intr.

    Unir ou ficar unido com grude ou outra substância colante (ex.: grudou os pedaços da peça; esta cola não gruda; os papéis grudaram-se todos)....


    grudante | adj. 2 g.

    Que gruda ou que serve para grudar....


    grampo | n. m.

    Peça de metal que segura e liga duas pedras numa construção....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?