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    frisamos-to

    frisante | adj. 2 g.

    Que frisa; que vem a propósito....


    arquitrave | n. f.

    Parte do entablamento entre o friso e o capitel da coluna....


    cartucho | n. m. | adj.

    Cone de papel ou cartão para transportar diversos produtos, como géneros de mercearia ou afins....


    entablamento | n. m.

    Conjunto de arquitrave, friso e cornija....


    hipertírio | n. m.

    Espécie de cornija ou de friso acima do alizar, nas portas dóricas....


    timpanilho | n. m.

    Peça que segura as frisas do prelo....


    bigudi | n. m.

    Pequena haste metálica, geralmente envolta em couro, em redor da qual as mulheres enrolam o cabelo para o frisarem....


    cornija | n. f.

    Ornato que assenta sobre um friso....


    métopa | n. f.

    Intervalo quadrado entre os tríglifos do friso dórico....


    zoóforo | n. m.

    Nome antigo do friso do entablamento ornado outrora de cabeças de animais....


    frisado | n. m. | adj.

    Feitio de cabelo encrespado artificialmente....


    frisagem | n. f.

    Operação de frisar....



    Dúvidas linguísticas


    Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


    Tendo em conta as duas grafias do nome do escritor Eça de Queiroz/Queirós, e sendo certo que a original é a primeira, com z e sem acento, o adjectivo queiroziano, assim grafado, poder-se-ia considerar incorrecto? Não vejo porquê, apesar de só se encontrar, em vários dicionários, queirosiano como derivado de uma actualização (indevida porque desnecessária) do supracitado escritor...