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    fechem-vos

    conivente | adj. 2 g.

    Que está de conivência....


    entótico | adj.

    Diz-se dos fenómenos da visão que se manifestam quando os olhos estão fechados....


    Em que há imperfuração; que tem oclusão ou fechamento anormal (ex.: ânus imperfurado)....


    incluso | adj.

    Que está incluído ou contido (ex.: veja a bula inclusa na caixa do medicamento)....


    noctifloro | adj.

    Diz-se das plantas cujas flores se abrem ao anoitecer e se fecham com o dia....


    oclusivo | adj.

    Que produz oclusão....


    ocluso | adj.

    Em que há oclusão....


    opilativo | adj.

    Que causa entupimento ou obstrução; que opila....


    personado | adj.

    Que tem aspeto semelhante ao de um rosto ou focinho....


    Limite máximo estabelecido de indivíduos ou entidades que podem ser admitidos num organismo ou instituição (ex.: houve aumento do numerus clausus nas faculdades de medicina)....


    Emprega-se para significar que determinada música é cantada com a boca fechada....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?