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    ESTURRASTE-NOS

    pegado | adj.

    Aglutinado, colado....


    esturrice | n. f.

    Qualidade de quem se esturra ou se zanga....


    esturro | n. m.

    Estado do que fica muito seco e quase queimado....


    estorricar | v. tr., intr. e pron.

    Deixar ou ficar seco ou excessivamente torrado....


    esturrar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Torrar até queimar ou chamuscar....


    esturricar | v. tr., intr. e pron.

    O mesmo que estorricar....


    pegar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Fazer aderir, colar, unir....


    queimado | adj. | n. m.

    Que ardeu ou que se queimou....


    requeimar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Deixar queimar; esturrar....


    cororô | n. m.

    Camada de arroz esturrado que fica aderente à panela ou vasilha em que é cozinhado....


    fumo | n. m. | n. m. pl.

    Mistura gasosa, geralmente de cor esbranquiçada, cinzenta ou escura, que se desprende dos corpos em combustão (ex.: fumo da fogueira; fumo do cigarro)....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?