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    Pesquisa nas Definições por:

    ENFADEMOS-TA

    araiané | interj.

    Expressão designativa de enfado causado pela repetição enfadonha de uma notícia há muito sabida....


    fu | interj.

    Exprime enfado, nojo, desprezo....


    maçudo | adj.

    Que tem forma de maça....


    puh | interj.

    Designativa de enfado, de aborrecimento ou de indignação....


    beleza | n. f. | interj.

    Perfeição agradável à vista e que cativa o espírito; qualidade do que é belo....


    amuo | n. m.

    Manifestação de enfado, de ressentimento ou de mau humor que se revela por gestos e palavras bruscos, por um silêncio obstinado ou por evitar contacto visual....


    enfado | n. m.

    Sentimento desagradável proveniente de desgosto ou contrariedade....


    enojo | n. m.

    Nojo, náuseas....


    tédio | n. m.

    Estado ou sensação vaga de desprazer e até de certa repugnância....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?