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    Pesquisa nas Definições por:

    DECOTAREMOS

    decotado | adj.

    Que tem ou traz decote....


    desgorjado | adj.

    Decotado; com o pescoço descoberto; esgorjado....


    subido | adj.

    Que subiu ou que se subiu (ex.: o decote ficou muito subido)....


    abertura | n. f.

    Ato de abrir ou de se abrir....


    decote | n. m.

    Corte ou abertura no alto de uma peça de vestuário de modo a deixar o colo a descoberto....


    escava | n. f.

    Cava ligeira para afofar em volta da cepa a terra calcada....


    cardigã | n. m.

    Casaco de malha, sem gola, com decote redondo ou em V, geralmente com botões até ao pescoço....


    degolo | n. m.

    Decote numa peça de vestuário....


    cavado | adj. | n. m.

    Que se cavou....


    decotador | adj. n. m.

    Que ou o que decota....


    arrair | v. tr.

    Cortar o bacelo pelo pau velho e decotar-lhe a rama do ano precedente....


    decotar | v. tr. | v. pron.

    Fazer decote em....


    despeitorar | v. tr. | v. pron.

    Expandir-se; desabafar....


    esgargalar | v. tr. e pron.

    Descobrir o pescoço ou o alto do seio, devido ao decote....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.