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    Pesquisa nas Definições por:

    Contrapordes-Mas

    agentivo | adj. | n. m.

    Que exprime ou indica o agente da ação (ex.: caso agentivo; nome agentivo; sufixo agentivo)....


    veterano | adj. | n. m.

    Que é antigo no serviço militar....


    paciente | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m.

    Que ou quem sofre sem reclamar....


    contrapor | v. tr. | v. pron.

    Pôr defronte....


    retorquir | v. tr. | v. intr.

    Replicar; objetar; contrapor....


    ob-rogar | v. intr.

    Derrogar uma lei....


    contraponível | adj. 2 g.

    Que se pode contrapor ou opor (ex.: há outros modelos contraponíveis)....


    macho | n. m. | adj.

    Animal do sexo masculino....


    agente | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g. | n. m.

    Que opera ou tem ação....


    eletricidade | n. f.

    Conjunto dos fenómenos associados às cargas elétricas, quer em repouso, quer em movimento....




    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?