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    contivessem-nas

    Que deixa ver os objetos sem irisação....


    aerífero | adj.

    Que conduz ar para o interior ou que contém ar (ex.: parênquima aerífero)....


    amaríneo | adj.

    Que contém substâncias amargas....


    amniótico | adj.

    Que pertence ou é relativo ao âmnio ou membrana serosa que envolve o feto....


    arguitivo | adj.

    Que se emprega como argumento....


    azotado | adj.

    Que contém azoto....


    botúlico | adj.

    Relativo a ou que contém botulina (ex.: bacilo botúlico; toxina botúlica)....


    bromado | adj.

    Que contém bromo....


    calcífero | adj.

    Que contém cal (em menos quantidade que o que é calcário)....


    codicilar | adj. 2 g.

    Contido em codicilo....




    Dúvidas linguísticas


    Poderiam fazer o favor de me informar sobre o que significa politólogo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?