Pesquisa nas Definições por:

    CONLUIOU-ME

    colusório | adj.

    Que é feito por colusão; em que há colusão (ex.: concertação colusória)....


    colusivo | adj.

    Que é feito por colusão; em que há colusão (ex.: oligopólio colusivo)....


    conluio | n. m.

    Combinação de dois ou mais para prejudicar outrem....


    colusão | n. f.

    Acordo entre partes para prejudicar terceiros....


    coligação | n. f.

    Liga de vários para um fim comum....


    coluio | n. m.

    Combinação de dois ou mais para prejudicar outrem....


    panela | n. f.

    Recipiente cilíndrico, geralmente metálico, com asas, de altura variável, usado para cozinhar alimentos....


    cachinha | n. f.

    Conluio, combinação secreta....


    cabala | n. f.

    Interpretação mística de textos bíblicos....


    Trama contra um chefe de Estado ou os principais do Governo....


    intentona | n. f.

    Intento ou empresa insensata....


    malhoada | n. f.

    Tramoia, conluio, enredo....


    conluiado | adj. | adj. n. m.

    Que se conluiou....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual o significado da sigla P.S.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?