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    conferem-vos

    atributivo | adj.

    Que confere ou encerra atribuição....


    colativo | adj.

    Relativo a colação....


    couché | adj. 2 g.

    Diz-se de um papel coberto por uma mais camadas de revestimento que lhe conferem um aspeto muito liso e brilhante....


    Técnica ou penteado para conferir determinada ondulação ao cabelo com rolos aplicados sobre o cabelo molhado....


    Que autoriza a conferir ordens sacras (ex.: carta dimissória, documento dimissório)....


    cuchê | adj. 2 g.

    Diz-se de um papel coberto por uma mais camadas de revestimento que lhe conferem um aspeto muito liso e brilhante....


    credibilizante | adj. 2 g.

    Que aumenta ou confere credibilidade; que credibiliza (ex.: fator credibilizante)....


    acamurçado | adj. | n. m.

    Que tem aspeto de camurça....


    dimissória | n. f.

    Documento pelo qual um prelado autoriza outro a conferir ordens sacras a um diocesano daquele. (Mais usado no plural.)...


    cheque | n. m.

    Documento que representa uma ordem de pagamento à vista sobre casa onde se tem valores....


    escada | n. f.

    Série de degraus pelos quais se sobe ou se desce. (Também usado no plural.)...


    padroado | n. m.

    Direito de patrono (adquirido por quem funda, erige ou dota)....


    provisão | n. f.

    Ato ou efeito de prover....


    warrant | n. m.

    Título, vendível e negociável, emitido por um estabelecimento encarregue do depósito e manutenção de mercadorias, no qual se menciona o valor destas....


    mise | n. f.

    Técnica ou penteado para conferir determinada ondulação ao cabelo com rolos aplicados sobre o cabelo molhado....


    Gerência de negócios próprios, alheios ou políticos....


    colação | n. f.

    Ação ou poder de conferir um benefício eclesiástico....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?