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    Pesquisa nas Definições por:

    CAVOUCARAS-MOS

    carcaveira | n. f.

    Espaço em que gira o rodízio dos moinhos....


    alicerce | n. m.

    Base de parede que assenta em solo aprofundado. (Mais usado no plural.)...


    cavouqueiro | n. m. | adj. n. m.

    Aquele que faz cavoucos....


    cavoucador | adj. n. m.

    Que ou quem cavouca ou faz cavoucos....


    caboucar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Abrir caboucos....


    cavoucar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Abrir cavoucos....


    cavucar | v. tr.

    Trabalhar esforçadamente....


    cavouco | n. m.

    Buraco ou escavação no solo....


    cabouco | n. m.

    Buraco ou escavação no solo....


    cabocó | n. m.

    Caneiro ou levada por onde se despeja a água que sai dos cubos das rodas dos engenhos de açúcar....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?