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    apresamos-te

    empresador | adj. n. m.

    Que ou aquele que empresa ou apresa (caça grossa)....


    apresador | adj. n. m.

    Que ou aquele que apresa; captor....


    tomado | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que se tomou....


    rapace | adj. 2 g. | n. m.

    Ávido em apresar....


    apresar | v. tr.

    Tomar como presa....


    sopresar | v. tr.

    Apresar, fazer presa....


    presa | n. f.

    Ação de apresar....


    tomadia | n. f.

    Apreensão, apresamento....



    Dúvidas linguísticas


    Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?