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    Pesquisa nas Definições por:

    APRENDERAS-ME

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    De forma prática (ex.: aprendemos praticamente)....


    eumático | adj.

    Relativo a eumatia ou a facilidade de aprender....


    bê-á-bá | n. m.

    Exercício de soletração....


    paleógrafo | n. m.

    O que é versado em paleografia ou se ocupa dela....


    psitacismo | n. m.

    Discurso que alinhava frases ocas....


    repente | n. m.

    Ato espontâneo e irrefletido (ex.: teve um repente colérico e abandonou a reunião)....


    sincretismo | n. m.

    Sistema filosófico ou religioso que combina princípios de diversas doutrinas....


    discência | n. f.

    Estado de quem aprende ou de quem é discente ou aprendente....


    Forma de aprender por si mesmo (ex.: promoção da capacidade de autoaprendizagem e do espírito crítico)....


    heutagogia | n. f.

    Conjunto de métodos para aprender por si, sem recurso a professores....


    arte | n. f.

    Capacidade ou habilidade para a aplicação de conhecimento ou para a execução de uma ideia....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Quando se estuda a nomenclatura das substâncias químicas orgânicas, usam-se os prefixos et-, met-, prop- e but- para definir ou restringir certas características de tais substâncias. De onde vieram esses prefixos? Seriam latinos? Quais seriam os significados originais ou literais deles?