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    Pesquisa nas Definições por:

    AMIGUEIS-MOS

    amigado | adj.

    Que se amigou; que vive em mancebia....


    bem-querente | adj. 2 g.

    Que quer ou deseja bem a outrem....


    enfim | adv.

    Por último; em último lugar....


    malquerente | adj. 2 g.

    Que quer ou deseja mal a outrem....


    mãezeiro | adj.

    Que é muito amigo ou dependente da mãe (ex.: o menino está numa fase muito mãezeira)....


    ordeiro | adj.

    Amigo da ordem; pacato....


    prestadio | adj.

    Amigo de servir ou de ajudar....


    refalsado | adj.

    Que não mostra sinceridade (ex.: zelo refalsado)....


    saído | adj.

    Que sai do plano em que assenta; que está fora....


    -mente | suf.

    Elemento que forma geralmente advérbios, nomeadamente para indicar o modo (ex.: sinceramente amigo); pode designar tempo ou lugar (ex.: o que se passa atualmente; colocado inferiormente)....


    -filia | suf.

    Exprime a noção de afeição, gosto ou preferência....




    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?