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    acusarmos-vos

    Acusativo; que envolve acusação....


    defervescente | adj. 2 g.

    Que acusa ou revela defervescência....


    Obrigação ou responsabilidade de provar determinado facto ou determinada afirmação (ex.: é ao acusador e não ao acusado que compete o onus probandi)....


    Não devemos acusar os mortos porque eles não se podem defender....


    Os romanos acusavam os cartagineses de violar muitas vezes os tratados, pelo que fé púnica equivale, pois, a má-fé....


    Que não tem justificação (ex.: a acusação é arbitrária e perfeitamente injustificada; o aluno excedeu o limite de faltas injustificadas)....


    calúnia | n. f.

    Acusação falsa que fere a honra ou a reputação....


    delação | n. f.

    Revelação de crime, delito ou falta alheia, com o fim de tirar proveito dessa revelação....


    igualha | n. f.

    Identidade ou igualdade de condição social, moral ou da maneira de ser (ex.: acusou os governantes de serem todos da mesma igualha)....


    represália | n. f.

    Dano que se faz sofrer a outrem, como indemnização ou resposta em relação a outro dano causado por esse outrem....


    deuterologia | n. f.

    Discurso do defensor oficioso nos tribunais de Atenas, na Grécia antiga, após o discurso do acusado....


    Uso de práticas violentas, intimidatórias ou de sabotagem em nome de causas ambientais e ecológicas (ex.: o grupo foi acusado de ecoterrorismo contra património de uma empresa farmacêutica)....


    ataque | n. m.

    Ato de atacar....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se o correto é às vezes ou as vezes. O as é com crase ou sem?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.