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    ACRESCEU-LHO

    advindo | adj.

    Acrescido, chegado depois....


    reforçado | adj.

    Acrescido em força; robusto....


    sobretaxa | n. f.

    Quantia suplementar que acresce aos preços ou tarifas ordinárias....


    acrescência | n. f.

    Qualidade do acrescente; o acrescido....


    acrescido | adj. | n. m. pl.

    Que acresceu....


    quirite | n. m.

    Título acrescido ao dos romanos, quando estes se fundiram com os sabinos. (Mais usado no plural.)...


    acrescer | v. intr.

    Vir juntar-se (sem que haja necessidade de aumento)....


    acreção | n. f.

    Ato ou efeito de acrescer....


    adicional | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Que se junta para aumentar ou melhorar....


    sobretarifa | n. f.

    Tarifa suplementar que acresce aos preços ou tarifas ordinárias....


    dia | n. m.

    Período de tempo que vai desde a meia-noite até à meia-noite seguinte ou das 00h00 às 24h....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?