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Organdis

masc. pl. de organdiorgandi
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or·gan·di or·gan·di


nome masculino

1. Organsim.

2. Tecido dessa substância.

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Dúvidas linguísticas


Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.
A pronúncia das palavras em português não obedece, em geral, a critérios de correcção, pois não se trata de uma pronúncia correcta ou incorrecta, mas de variações de pronúncia relacionadas com o dialecto ou o sociolecto do falante. Algumas obras lexicográficas contêm transcrições ou indicações de pronúncia (ou de ortoépia), que mais não são do que referências, e que, como tal, não podem ser tomadas como normativas ou vinculativas.

No caso da palavra bolor, parecem ser consideradas correctas as pronúncias do segundo o como [o] (o símbolo entre parênteses representa no alfabeto fonético internacional o som ô de ardor ou Timor) ou como [ɔ] (o símbolo entre parênteses representa no alfabeto fonético internacional o som ó de pior ou pó), ainda que a pronúncia com o som ô seja estatisticamente mais frequente. Assim, por um lado, o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo GONÇALVES (Coimbra, Coimbra Editora, 1966) e o Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto, Porto Editora, 2004) indicam as duas fonéticas, enquanto o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro MACHADO (Lisboa, Âncora, 2001), o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências (Verbo, 2001) e o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Lisboa, Círculo de Leitores, 2002) assinalam apenas a pronúncia ô.

Pelo que foi acima apontado, a dúvida colocada diz respeito à qualidade da vogal fonética que corresponde à ortografia, e não a uma acentuação diferente (em ambas as pronúncias, trata-se da mesma sílaba acentuada, bolor). Uma vogal ortográfica (, por exemplo) pode, no português europeu, corresponder a diversas vogais fonéticas (ex.: [u], em bolor), [o] ou [ɔ], em bolor). Esta qualidade da vogal é geralmente fixa em cada palavra (normalmente, o mesmo falante não oscila entre [o] ou [ɔ], em bolor), mas pode alterar-se quando, numa palavra derivada, a sílaba dessa vogal passa de tónica a átona (ex.: bolor [o] ou [ɔ] > bolorento [u]).




Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.
Na primeira frase apresentada, os verbos jogar e vibrar deveriam estar no infinitivo pessoal: Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogarem e vibrarem com o jogo. Isto deverá acontecer devido ao facto de o sujeito da oração principal ([eu] Fiquei observando) ser diferente do sujeito da oração completiva infinitiva que tem como sujeito Vítor, Rose e Flávia. Dito de outra forma e com outro exemplo, o infinitivo pessoal (forma flexionada, ex.: jogarem ou correrem) carece de sujeito próprio diferente do da oração principal (por exemplo: A mãe pediu para eles não correrem no jardim.). Se o sujeito fosse o mesmo da oração principal a oração infinitiva deveria ter um infinitivo não flexionado (Eu convenci-me a [eu] jogar futebol.).

Na segunda frase apresentada, Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente, o verbo está correctamente empregue. Neste caso, trata-se de uma articulação entre três tempos do passado (ou pretérito): Ana melhorou, no pretérito perfeito, indicando uma acção ou alteração perfeitamente acabada (a Ana já melhorou, não está ainda a melhorar), tivera de ficar internada, no pretérito mais-que-perfeito, indicando uma acção ou alteração que é passada e é anterior a outra acção ou tempo passados (a Ana melhorou no passado, mas num passado anterior teve de ficar internada) e estava doente, pretérito imperfeito, indicando que a acção ou alteração se prolongou no tempo (no passado, a Ana esteve doente, antes e durante o tempo em que esteve internada).

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Palavra do dia

ni·ví·co·la ni·ví·co·la


(latim nix, nivis, neve + -cola)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

Que vive em região em que há neve (ex.: espécies nivícolas).

Confrontar: vinícola.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Organdis [consultado em 19-01-2022]