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ubi veritas

ubi veritasubi veritas | loc.
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ubi veritas


(locução latina que significa "onde está a verdade?")
locução

Expressão usada para questionar onde está a verdade, semelhante à pergunta de Pilatos a Jesus («Quid est veritas?», o que é a verdade?).

Fonte: São João, Evangelho, XVIII, 38.
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Em paineisdenata.blogs.sapo.pt

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Em Persona

quod quaeramus non habemus. Os Dei est quia uerbum eius est. Nam sicut pro uerbis quae per linguam fiunt sepe dicimus illa uel illa lingua: ita pro Dei uerbo ponitur os quia mos est ut ore uerba formentur. Verbum autem ideo dicitur quia per eum omnia Pater condidit siue iussit. Veritas qui non fallit

Em gpdimonderose.blogs.sapo.pt

quod quaeramus non habemus. Os Dei est quia uerbum eius est. Nam sicut pro uerbis quae per linguam fiunt sepe dicimus illa uel illa lingua: ita pro Dei uerbo ponitur os quia mos est ut ore uerba formentur. Verbum autem ideo dicitur quia per eum omnia Pater condidit siue iussit. Veritas qui non fallit

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quod quaeramus non habemus. Os Dei est quia uerbum eius est. Nam sicut pro uerbis quae per linguam fiunt sepe dicimus illa uel illa lingua: ita pro Dei uerbo ponitur os quia mos est ut ore uerba formentur. Verbum autem ideo dicitur quia per eum omnia Pater condidit siue iussit. Veritas qui non fallit

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Dúvidas linguísticas


Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.




A entrada de "vir", no sentido de "atingir o orgasmo", está classificada como verbo pronominal. Não será reflexo?
O Dicionário Priberam, como a maioria dos dicionários com subclassificação dos verbos, utiliza a classificação “verbo pronominal” para classificar:

1) a voz pronominal reflexa em casos de verbos transitivos em que a acção é realizada e sofrida pelo sujeito e o pronome pessoal corresponde a um complemento directo ou a um complemento indirecto (ex.: ele lavou-se).

2) a voz pronominal reflexa recíproca em casos de verbos transitivos que exprimem uma acção mútua por parte de um sujeito plural, complexo ou colectivo e em que o pronome pessoal corresponde a um complemento directo (ex.: eles agrediram-se).

3) verbos que contêm um pronome pessoal (chamado inerente) que não tem valor reflexo, recíproco, impessoal ou passivo, nem qualquer função sintáctica, mas que corresponde a uma propriedade lexical do próprio verbo; a acção é da responsabilidade do sujeito, mas não recai sobre si próprio (ex.: ele riu-se).

O verbo vir, na acepção “atingir o orgasmo”, parece enquadrar-se no grupo 3), razão pela qual, na nossa opinião, não deve classificar-se como reflexo mas sim como pronominal.

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Palavra do dia

za·gai·ar za·gai·ar

- ConjugarConjugar

(zagaia + -ar)
verbo transitivo

1. Arremessar zagaia, tipo de lança curta.

2. Ferir ou matar com esse tipo de lança.

verbo transitivo e intransitivo

3. [Pesca]   [Pesca]  Pescar com zagaia, tipo de engodo artificial.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/ubi%20veritas [consultado em 27-09-2021]