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toquiota

toquiotatoquiota | adj. 2 g. | n. 2 g.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

to·qui·o·ta |tò...ó|to·qui·o·ta |tò...ó|


(Tóquio, topónimo + -ota)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Relativo ou pertencente à cidade de Tóquio, capital do Japão.

nome de dois géneros

2. Natural ou habitante de Tóquio.

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...mas deu sim uma bela melhorada nos fios, depois de serem destruídos no verão toquiota ..

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Ontem fizemos uma viagem reveladora desse mecanismo toquiota ..

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Dúvidas linguísticas


Estou estudando verbos, mas aprendi que existem 3 modos verbais; aqui neste site, vi que tem mais que três. Ainda não conhecia o que está aqui neste site. Por favor, gostaria que me explicasse. O que eu conheço são os modos no indicativo, subjuntivo e o imperativo.
Tal como é afirmado na Gramática Priberam, no capítulo sobre os Modos dos Verbos, são geralmente considerados pelos gramáticos três modos verbais: o indicativo (ex.: ele foi a São Paulo), o conjuntivo ou subjuntivo (ex.: talvez haja boas notícias) e o imperativo (ex.: come a sopa!). Há, no entanto, autores que referem que o condicional ou futuro do pretérito, o futuro do indicativo e o infinitivo podem também eles apresentar valores modais em certos contextos.

A divisão patente na conjugação dos verbos do Dicionário Priberam e no conjugador do FLiP apresenta uma categorização mista entre modos, tempos e formas nominais do verbo. Iremos, no entanto, repensar esta categorização para que os nossos usuários não sejam induzidos em erro.




Agradecia que me dessem a vossa opinião quanto à classificação sintáctica da oração e não sei quem é que se encontra nos seguintes versos pessoanos: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe".
De acordo com o espólio do heterónimo pessoano Alberto Caeiro, disponibilizado on-line pela Biblioteca Nacional, o verso do poema "É noite" é ligeiramente diferente: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, // Atrai-me só por essa luz visitada de longe". Na expressão e que não sei quem é estão contidas duas orações: a primeira é uma oração subordinante (e que não sei) cujo verbo (saber) necessita de um complemento directo obrigatório que corresponde à segunda oração (quem é), que pode ser classificada como subordinada substantiva completiva.

A frase é complexa e a oração subordinante (e que não sei) deste pequeno excerto da frase, no âmbito dos versos transcritos (É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe), é também uma oração subordinada relativa restritiva coordenada a outra da mesma natureza.

Para clarificar a divisão de orações, procedemos em seguida à classificação de todas as orações contidas nos dois versos de Alberto Caeiro e respectivas funções sintácticas (é de sublinhar que uma oração subordinada pode conter várias orações e dentro dela pode haver uma oração subordinante em relação às que dela dependem):
1. [É curioso] oração subordinante.
2. [que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinada completiva com função de sujeito (este sujeito frásico não é muito evidente, mas pode ser testado com a concordância verbal; ex.: isso é curioso; essas coisas são curiosas).

2.1 [que toda a vida do indivíduo atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinante (relativamente às orações que dela dependem).
2.1.1 [que ali mora] oração subordinada relativa restritiva (isto é, fornece informação que restringe o antecedente indivíduo).
2.1.2 [e que não sei quem é] oração subordinada relativa explicativa (isto é, fornece informação adicional sobre o antecedente indivíduo) coordenada à oração relativa restritiva.
2.1.2.1 [e que não sei] oração subordinante (relativamente à oração que dela depende).
2.1.2.2 [quem é] oração subordinada completiva com função de complemento directo.

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Palavra do dia

war·fa·ri·na war·fa·ri·na


(inglês warfarin, de W[isconsin] A[lumni] R[esearch] F[oundation], sociónimo + [cum]arin, cumarina)
nome feminino

[Química]   [Química]  Substância (C19H16O4) usada como anticoagulante na prevenção de tromboses e na composição de raticidas. = VARFARINA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/toquiota [consultado em 24-09-2021]