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teta

tetateta | n. m.
tetateta | n. f.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

te·ta |é|te·ta |é|2


(grego thêta)
nome masculino

Nome da oitava letra do alfabeto grego (θ, Θ), geralmente transliterada como th no alfabeto latino.


te·ta |ê|te·ta |ê|1


(origem expressiva)
nome feminino

1. Glândula mamária. = MAMA, MAMILO, ÚBERE

2. [Informal]   [Informal]  Emprego rentável sem muito trabalho. = MAMA, SINECURA, TACHO, VENIAGA

3. [Figurado]   [Figurado]  Local onde algo abunda. = FONTE, MANANCIAL

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Parecidas

Anagramas

Esta palavra em blogues

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...casos, a inflamação ocorre por invasão de microrganismos patogênicos por meio do canal da teta ..

Em Caderno B

...dava voltas à cabeça, como iria fazer para, sem encrencas, chupar bem chupada aquela teta ..

Em TEMPO CONTADO

...também não era p'ra ti, é para as bestas que apesar de mamarem na teta do Estado ainda acham que foste um porreiraço..

Em a peida é um regalo ... do nariz a gente trata

...Vaca Vitória, que só come cacau, daí em vez de leite, sai chocolate da teta dela..

Em blog0news

...preta Que não saberia dar aos filho em chupeta Em vez do leite da teta Nem usaria inoxidável a grilheta..

Em o lado esquerdo
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


Qual das seguintes frases está incorrecta? Queria um copo de água com gelo; Encomendei um colete em seda vermelha ou Vou comprar uma caixa de fósforos.
Do ponto de vista linguístico, nenhuma das frases está incorrecta, pois a preposição de pode ser usada para indicar conteúdo (ex.: copo de água, caixa de fósforos) e a preposição em pode ser usada para indicar matéria (ex.: colete em seda). A informação sobre o uso das preposições nestas expressões pode ser encontrada em obras de referência para o português, nomeadamente em dicionários gerais de língua como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Editorial Verbo, 2001) ou o Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto: Porto Editora, 2004). Alguns autores, porém, consideram inadequado o uso da preposição em para expressões que indicam matéria, alegando que se trata de galicismo.



Agradecia que me dessem a vossa opinião quanto à classificação sintáctica da oração e não sei quem é que se encontra nos seguintes versos pessoanos: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe".
De acordo com o espólio do heterónimo pessoano Alberto Caeiro, disponibilizado on-line pela Biblioteca Nacional, o verso do poema "É noite" é ligeiramente diferente: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, // Atrai-me só por essa luz visitada de longe". Na expressão e que não sei quem é estão contidas duas orações: a primeira é uma oração subordinante (e que não sei) cujo verbo (saber) necessita de um complemento directo obrigatório que corresponde à segunda oração (quem é), que pode ser classificada como subordinada substantiva completiva.

A frase é complexa e a oração subordinante (e que não sei) deste pequeno excerto da frase, no âmbito dos versos transcritos (É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe), é também uma oração subordinada relativa restritiva coordenada a outra da mesma natureza.

Para clarificar a divisão de orações, procedemos em seguida à classificação de todas as orações contidas nos dois versos de Alberto Caeiro e respectivas funções sintácticas (é de sublinhar que uma oração subordinada pode conter várias orações e dentro dela pode haver uma oração subordinante em relação às que dela dependem):
1. [É curioso] oração subordinante.
2. [que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinada completiva com função de sujeito (este sujeito frásico não é muito evidente, mas pode ser testado com a concordância verbal; ex.: isso é curioso; essas coisas são curiosas).

2.1 [que toda a vida do indivíduo atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinante (relativamente às orações que dela dependem).
2.1.1 [que ali mora] oração subordinada relativa restritiva (isto é, fornece informação que restringe o antecedente indivíduo).
2.1.2 [e que não sei quem é] oração subordinada relativa explicativa (isto é, fornece informação adicional sobre o antecedente indivíduo) coordenada à oração relativa restritiva.
2.1.2.1 [e que não sei] oração subordinante (relativamente à oração que dela depende).
2.1.2.2 [quem é] oração subordinada completiva com função de complemento directo.

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Palavra do dia

pi·chor·ra |ô|pi·chor·ra |ô|


(picho + -orra)
nome feminino

1. Pichel com bico.

2. [Portugal: Beira]   [Portugal: Beira]  Pequena cântara de barro branco, com bico.

3. [Brasil]   [Brasil]  Jogo em que os intervenientes tentam partir, de olhos vendados e com um pau, um recipiente cheio de guloseimas e prendas, pendurado acima das suas cabeças. = PINHATA

4. [Brasil]   [Brasil]  Recipiente que se enche de guloseimas e prendas, usado nesse jogo. = PINHATA

5. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]  Fêmea do cavalo. = ÉGUA

6. [Brasil: São Paulo]   [Brasil: São Paulo]  Falta de força ou de estímulo para agir. = INDOLÊNCIA, LASSIDÃO, PREGUIÇA

adjectivo de dois géneros e nome de dois géneros
adjetivo de dois géneros e nome de dois géneros

7. [Brasil: São Paulo]   [Brasil: São Paulo]  Que ou quem mostra medo ou falta de coragem. = COBARDE, MEDROSO, POLTRÃOCORAJOSO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/teta [consultado em 20-10-2021]