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teta

tetateta | n. m.
tetateta | n. f.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

te·ta |é|te·ta |é|2


(grego thêta)
nome masculino

Nome da oitava letra do alfabeto grego (θ, Θ), geralmente transliterada como th no alfabeto latino.


te·ta |ê|te·ta |ê|1


(origem expressiva)
nome feminino

1. Glândula mamária. = MAMA, MAMILO, ÚBERE

2. [Informal]   [Informal]  Emprego rentável sem muito trabalho. = MAMA, SINECURA, TACHO, VENIAGA

3. [Figurado]   [Figurado]  Local onde algo abunda. = FONTE, MANANCIAL

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Parecidas

Anagramas

Esta palavra em blogues

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Quem vai mamar na teta da vaca??

Em CP - Cromos de Portugal

Seguiram-se outros dois séculos de penúria e vergonha, até que nos aproximaram a teta que o senhor Mário Soares aconselhou a chuparmos ao máximo..

Em TEMPO CONTADO

...como Mário Soares afirmaria num discurso em 1985 - "a chupar ao máximo a teta " que a entrada, na então Comunidade Económica Europeia, iria proporcionar..

Em TEMPO CONTADO

E a teta nunca foi tão generosa quanto na era Bolsonaro..

Em www.blogdocolares.com

...casos, a inflamação ocorre por invasão de microrganismos patogênicos por meio do canal da teta ..

Em Caderno B
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


Monitorar ou monitorizar?
Os verbos monitorar e monitorizar são formações correctas a partir do substantivo monitor, a que se junta o sufixo verbal -ar ou -izar, e têm o mesmo significado, pelo que são sinónimos. A opção por um ou por outro cabe ao utilizador; no entanto, os dicionários que seguem a norma europeia da língua portuguesa parecem preferir a forma monitorizar, pois é esta a única forma que aparece registada no Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto Editora, 2004) ou no Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Âncora Editora, 2001) e a edição portuguesa do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Círculo de Leitores, 2002) remete monitorar para monitorizar. Os dicionários que seguem a norma brasileira da língua portuguesa remetem geralmente monitorizar para monitorar, como é o caso da edição brasileira do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Objetiva, 2001) ou do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Positivo, 2004).



Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?
As chamadas regras para transformar o discurso directo em discurso indirecto mantêm-se, e têm na Nova Gramática do Português Contemporâneo (14.ª ed., Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, pp. 629-637) uma sistematização bastante completa.
No entanto, o discurso indirecto livre parece estar a ser cada vez mais usado na imprensa, consciente ou inconscientemente.

Esta forma de discurso é muito usada na oralidade e em textos literários que pretendem diminuir a distância entre o narrador e o discurso relatado e tem como característica exactamente a fusão do discurso directo com o discurso indirecto.
Disso é exemplo a frase apontada (O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos), em que o início tem claramente características de discurso indirecto, como o enunciado na 3.ª pessoa (O ministro X prometeu) ou a oração subordinada integrante dependente de um verbo que indica declaração ou afirmação (prometeu que), e a segunda parte tem claramente características de discurso directo, como o tempo verbal no presente ou no futuro (o seu governo vai/irá cumprir) em vez de no pretérito imperfeito ou no condicional, como seria normal no discurso indirecto (o seu governo ia/iria cumprir).

Para melhor exemplificar a noção de discurso indirecto livre, por contraste com o discurso directo e com o discurso indirecto, colocamos as três frases a seguir.

Discurso directo: O meu governo vai cumprir os prazos.
Discurso indirecto: O ministro X prometeu que o seu governo ia cumprir os prazos.
Discurso indirecto livre: O ministro X prometeu que o seu governo vai cumprir os prazos.

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Palavra do dia

ux·te ux·te


(origem expressiva ou onomatopaica)
interjeição

Expressão usada para afastar ou mostrar repulsa. = APRE, ARREDA, IRRA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/teta [consultado em 25-09-2022]