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    Definições



    sambo-te

    A forma sambo-tepode ser [masculino e feminino plural e singular antropónimo de sambosambo], [masculino singular de sambosambo] ou [primeira pessoa singular do presente do indicativo de sambarsambar].

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    sambo1sambo1
    ( sam·bo

    sam·bo

    )


    nome masculino

    [Botânica] [Botânica] Árvore de Caconda.

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    sambar2sambar2
    ( sam·bar

    sam·bar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    [Angola, Informal] [Angola, Informal] Roubar ou furtar rapidamente.

    etimologiaOrigem:quimbundo kusamba, saltitar.

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    sambo2sambo2
    ( sam·bo

    sam·bo

    )


    nome masculino

    [Desporto] [Esporte] Arte marcial sem armas, desenvolvida originalmente na antiga União Soviética.

    etimologiaOrigem:russo sambo, acrónimo de samozashchita bez oruzhiya, autodefesa sem armas.

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    iconeConfrontar: cambo.
    sambar3sambar3
    ( sam·bar

    sam·bar

    )


    nome masculino

    [Zoologia] [Zoologia] Mamífero quadrúpede artiodáctilo da família dos cervídeos, de grande porte, pelagem acastanhada e hastes ósseas ramosas, encontrado na Ásia e na Oceânia.

    etimologiaOrigem:hindi sambar, do sânscrito sambara.

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    sambarsambar
    ( sam·bar

    sam·bar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo intransitivo

    1. Dançar o samba.

    2. [Brasil] [Brasil] Frequentar bailes ou escolas de samba.

    3. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Não estar firme ou ter muita folga. = DANÇAR

    4. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Não ter êxito; sair-se mal. = DANÇAR, FALHAR, FRACASSAR

    5. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Perder a liberdade; ser detido. = DANÇAR

    etimologiaOrigem:samba + -ar.

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    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Uma frase poderá conter parênteses no fim da mesma? Exemplo: Deve haver falta de correctores ortográficos no mercado (ou será um novo mês? Ficará talvez entre Fevereiro e Março).