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    undo-ta

    undívago | adj.

    Que voga ou vagueia sobre as ondas (ex.: undívagas caravelas)....


    unde salus | loc.

    Expressão usada para questionar onde está a salvação, de onde virá a salvação ou o remédio....


    undular | v. intr.

    Formar ondas ou ondulações....


    onda | n. f.

    Cada uma das massas líquidas que ora se elevam ora se cavam na superfície das águas, geralmente por efeito, do vento ou das marés....


    onde | adv. rel. | adv. interr.

    Usa-se para designar o lugar em que; no qual; em que (ex.: reformou-se e vai regressar à aldeia onde nasceu; é uma praia sossegada onde podemos relaxar)....


    undante | adj. 2 g.

    Que tem ou leva muita água....


    unduloso | adj.

    Que forma ondulações ou ondas....


    onduloso | adj.

    Que forma ondulações ou ondas....


    undo | n. m.

    O mesmo que umbundo....



    Dúvidas linguísticas


    No português europeu qual é a forma mais correcta das seguintes frases?
    Dúvida 1: Ele sabia como João se deixava convencer por Duarte. ou Ele sabia como João deixava-se convencer por Duarte.
    Dúvida 2: O governo nos leva à desgraça. ou O governo leva-nos à desgraça.
    Sendo possível que gramaticalmente estejam ambas correctas, decerto haverá uma forma mais aceite, ou não?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?