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restringi

proibitivo | adj.

Que tende a suprimir, a restringir....


cogente | adj. 2 g.

Cuja veracidade satisfaz de maneira total e coerciva o entendimento ou o intelecto (ex.: argumento cogente)....


unicamente | adv.

Usa-se para restringir (ex.: ele reagiu unicamente por defesa)....


aprisionante | adj. 2 g.

Que aprisiona ou restringe a liberdade....


barreira | n. f.

Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


éforo | n. m.

Magistrado espartano....


oligomania | n. f.

Mania restringida a curto número de ideias....


isquidrose | n. f.

Ausência ou supressão do suor....


incidente | adj. 2 g. | n. m.

Diz-se da oração que se junta à principal para a explicar ou restringir....


restrição | n. f. | n. f. pl.

Acto ou efeito de restringir; limitação....


restringente | adj. 2 g. | n. m.

Que tem a propriedade de apertar as partes relaxadas....


restritor | adj. | n. m.

Dispositivo para restringir ou limitar alguma coisa (ex.: restritor de movimentos para pacientes)....


estrito | adj.

Restrito, rigoroso....



Dúvidas linguísticas



O dicionário Webster admite a palavra online escrita sem hífen. Porque é que o vosso dicionário está utilizando a palavra on-line hifenizada?
Ambas as formas (on-line e online) encontram-se registadas em dicionários de língua inglesa, o que obrigará sempre à opção por uma delas. Há muitas outras palavras no inglês em que se verifica a coexistência de formas hifenizadas e não hifenizadas (ex.: e-mail/email, back-up/backup).



Costumo usar frequentemente o termo vai vir, apesar de ter a noção que algures alguém me disse que está em desuso, mas que é correcto usar-se, porque se trata do reforço de uma acção. Gostava de saber a vossa opinião.
Do ponto de vista sintáctico e semântico, a locução verbal vai vir está correctamente formada, pois utiliza o verbo ir como auxiliar e o verbo vir como verbo principal, à semelhança de outras construções análogas com este auxiliar para indicar o futuro (ex.: Ele amanhã não vai trabalhar; O atleta vai iniciar a prova). Não se trata de um reforço da acção, mas de uma indicação temporal de uma acção que acontecerá no futuro ou está iminente e é uma construção muito usada, nomeadamente na oralidade, em substituição do futuro do indicativo (ex.: a construção ele vai vir amanhã é mais frequente do que ele virá amanhã, da mesma forma que a construção ele não vai trabalhar é muito mais frequente do que ele não trabalhará).
As locuções verbais com o verbo ir como auxiliar do verbo vir (vai vir) ou do verbo ir (vai ir), e todas as flexões possíveis do verbo auxiliar, são por vezes consideradas desaconselhadas sem que para tal haja outro motivo linguístico pertinente que não o de serem construções mais usadas num registo informal.


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