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gastrópode

lapa | n. f.

Molusco gastrópode univalve (Patella vulgata) da família dos patelídeos....


melania | n. f.

Género de moluscos gastrópodes....


paludina | n. f.

Molusco gastrópode de água doce....


pulmonado | adj. | n. m. pl.

Ordem de moluscos gastrópodes que respiram por pulmões....


tróquio | n. m.

Género de moluscos gastrópodes, vulgarmente chamado pitorra....


turbilho | n. m.

Nome de vários moluscos gastrópodes tais como o parafusão, a pega, a roseta, etc....


borrelho | n. m.

Pequeno molusco gastrópode de concha univalve....


carinária | n. f.

Molusco gastrópode gelatinoso e transparente....


heterópode | adj. 2 g. | n. m. pl.

Ordem de moluscos gastrópodes....


múrice | n. m.

Molusco gastrópode que produz uma substância corante de cor avermelhada....


oliva | n. f.

Molusco gastrópode....


perístomo | n. m.

Bordo da abertura da concha dos moluscos gastrópodes....


gastrópode | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

Relativo aos gastrópodes....


patelídeo | adj. | n. m. | n. m. pl.

Família de moluscos gastrópodes marinhos....


canilha | n. f.

Molusco (Bolinus brandaris) da família dos muricídeos, de concha espiralada, robusta, rugosa e com picos, que se alimenta de outros moluscos, bivalves e gastrópodes....


eolídia | n. f.

Molusco gastrópode....


estrombo | n. m.

Género de moluscos gastrópodes univalves....


lesma | n. f.

Molusco gastrópode vermiforme e desprovido de concha, que pode ser prejudicial à agricultura....



Dúvidas linguísticas



O correto é escrever " Viemos " ou "Vimos" através desta...?
O verbo vir é muito usado na correspondência formal ou institucional para introduzir o assunto, em expressões como "venho por este meio requerer..." ou "venho através desta solicitar...", ou "vimos por este meio requerer..." ou "vimos através desta solicitar...", com um remetente colectivo (por exemplo, um grupo de cidadãos) ou com o uso do plural majestático ou de modéstia. Habitualmente, como se trata de correspondência no presente, é utilizado o presente do indicativo (ex.: vimos) e não o pretérito perfeito (ex.: viemos), a não ser que esteja a ser relatado um facto passado (ex.: no mês passado, viemos solicitar...).



Sou um profissional com formação na área de exatas e, freqüentemente, encontro dificuldades em escolher as preposições certas para determinadas construções. Por exemplo, não sei se em um texto formal diz-se que "o ambiente está a 50oC" ou se "o ambiente está à 50oC". (O uso da crase vem em minha cabeça como se houvesse a palavra feminina temperatura subentendida, como na forma consagrada "sapato à Luís XV", em que a palavra moda fica elíptica). Existem, em nossa língua, dicionários de regência on-line?
A crase é a contracção de duas vogais iguais. Há muitas vezes confusão entre à (contracção da preposição a com o artigo definido a) e a (artigo ou preposição).

Em geral, a preposição contrai-se com artigos definidos femininos (ex.: Ofereceu uma flor à namorada, O carro está em frente à casa) e com a locução relativa a qual (ex.: Esta é a instituição à qual ele está vinculado). Há também locuções fixas que contêm crase, onde se pode subentender moda ou maneira (ex.: Feijoada à [moda/maneira] brasileira).

Em geral, não se usa a crase antes de nome masculino (ex.: Foi andar a cavalo), de forma verbal (ex.: Esteve a dormir), de artigo indefinido (ex.: Chegou a uma brilhante conclusão) ou de topónimos que não precisam de artigo (ex.: Chegou a Brasília). Há ainda locuções fixas que não contêm crase (ex.: Encontraram-se frente a frente).

Por vezes há ainda confusão entre a contracção da preposição a com um pronome demonstrativo começado por a- (aquela, aquele, aquilo) e o uso isolado do pronome demonstrativo. Ex.: Àquela hora, não havia ninguém na rua. Nunca viu nada semelhante àquilo.

No caso do exemplo apresentado, numa frase como "o ambiente está a 50oC" não poderá usar a crase, pois não poderia subentender "o ambiente está à (temperatura de) 50oC" como é possível fazer em "sapato à [moda] Luís XV", pois isto acontece apenas em locuções fixas já consagradas pelo uso.

Tanto a crase como as regências (nominais ou verbais) fazem parte de uma área problemática da língua portuguesa, tanto na variedade do Brasil, como na de Portugal. Nestes casos não há soluções mágicas, mas tentativas de auxílio aos utilizadores de uma coisa tão complexa como a sua língua. O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa contém informação acerca das regências verbais e exemplos que ilustram o uso de determinados verbos. O FLiP (www.flip.pt) é um programa que inclui um corrector sintáctico que, entre outras funções, corrige alguns destes aspectos.


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