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bênção

Por toda a parte (ex.: espalhar uma notícia urbi et orbi); palavras que fazem parte da bênção do Sumo Pontífice para significar que ela se estende ao universo inteiro....


Fórmula litúrgica que precedia, na missa, a bênção final dada pelo celebrante....


hierologia | n. f.

Bênção nupcial entre os cristãos gregos e entre os judeus....


bênção | n. f.

Expressão ou gesto com que se abençoa....


bênçoa | n. f.

O mesmo que bênção....


bessangana | n. f.

Mulher luandense que se veste de forma tradicional, com panos....


beçangana | n. f.

Mulher luandense que se veste de forma tradicional, com panos....


eulogia | n. f.

Conjunto de palavras em louvor de alguém ou de algo....


bençã | n. f.

O mesmo que bênção....


bendizer | v. tr.

Lançar bênção....


saludar | v. tr.

Pretender curar com rezas e bênçãos....


angélica | n. f.

Lição que se canta na bênção do círio pascal....


pluvial | adj. 2 g. | n. m.

Capa longa, em forma semicircular, usada pelo sacerdote durante a aspersão da água benta em actos fora da eucaristia como bênçãos, batismos, enterros ou procissões....



Dúvidas linguísticas



Tenho sempre uma dúvida: utiliza-se crase antes de pronomes demonstrativos como esse, essa, esta, este?
A crase é a contracção de duas vogais iguais, sendo à (contracção da preposição a com o artigo definido a) a crase mais frequente. Para que se justifique esta crase é necessário que haja um contexto em que estejam presentes a preposição a e o artigo a (ex.: A [artigo] menina estava em casa; Entregou uma carta a [preposição] uma menina; Entregou uma carta à [preposição + artigo] menina). Ora, os pronomes demonstrativos não coocorrem com preposições (ex.: Esta menina estava em casa; *A [artigo] esta menina estava em casa; Entregou a carta a [preposição] esta menina; *Entregou a carta à [preposição + artigo] esta menina; o asterisco indica agramaticalidade), pelo que não poderá haver crase antes de artigos demonstrativos, mas apenas a ocorrência da preposição, quando o contexto o justifique.

Além do que foi dito acima, é de referir que pode haver crase com um artigo demonstrativo começado por a- (ex.: Não prestou atenção àquilo [preposição a + pronome demonstrativo aquilo]), mas trata-se da contracção da preposição a com a primeira vogal do pronome demonstrativo (ex.: àquele, àqueloutro, àquilo).




Agradecia que me esclarecessem em que categoria gramatical podemos classificar a locução à espera e qual a melhor forma de dizer: estou à espera de ti ou estou à tua espera.
A locução à espera tem valor de advérbio (ex.: estou à espera há mais de 20 minutos), pelo que se pode classificá-la como uma locução adverbial.

Em relação à segunda questão, que diz respeito à locução prepositiva à espera de, de acordo com a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Lindley Cintra e Celso Cunha (p. 327), existem em português certas locuções prepositivas que permitem a substituição do pronome oblíquo tónico (neste caso, o pronome ti), quando antecedido da preposição de, pelo pronome possessivo correspondente (neste caso, o pronome tua). Assim sendo, ambas as construções devem ser consideradas correctas, à semelhança de casos como em frente de ti / à tua frente, em favor de ti / em teu favor ou à mercê de ti / à tua mercê.


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